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Paz. Onde estás?
Tive uma casa no campo, muitos amigos e livros, como na canção antiga, mas isto não me foi bastante para encontrar a paz. Esta paz sem luta, sem guerra, é uma grande quimera. Há o mal de cada dia, conforme diz a profecia, que vem bater à porta sem ter sido convidado. E se o coração já está fraco ou completamente abatido, a coisa então mais se complica. Paz, paz, paz, onde estás? Por que mesmo quando te acho ainda há o temor do fracasso? De dias de tristeza e desventura? Por que és assim tão fugidia? Não dava para chegar e permanecer? Por que tem que ser assim: este constante vai e vem? A culpa não é minha. Responde a paz bendita. Ter-me-ias sempre por perto se fosse firme a tua fé. Não olhe para o furor das ondas mas para Cristo, que sobre elas caminha. Enquanto estiveres para Ele olhando eu reinarei absoluta, e não terás qualquer temor de um possível abandono. Silvio Dutra Alves
Enviado por Silvio Dutra Alves em 01/12/2012
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