![]() Somente Haverá Paz na Terra com a Volta de Jesus
Jesus alertou os discípulos que assim como o mundo havia odiado a Ele, também o odiariam, de modo que em todas as nações em que o evangelho fosse pregado, eles seriam odiados, o que de fato se cumpriu e tem se cumprido exatamente como nosso Selhor lhes alertou que ocorreria. Não precisamos nos aprofundar para tentar conhecer quais sejam as causas e razões para tal ocorrência, uma vez que sabemos que a carne sempre perseguirá o que for espiritual, como sucedeu desde o princípio da criação com a morte de Abel, que era espiritual, por seu irmão Caim, que era carnal e do diabo. A semente da Serpente, a saber, do diabo, há sempre de ser achada em inimizade com a descendência da mulher, ou seja da Igreja, ferindo o calcanhar desta, apesar de ter sua cabeça esmagada por Cristo. Então Cristo diz que não veio trazer paz a todo o mundo, porque isto seria até mesmo impossível, porque o mundo não constituído pelos eleitos de Deus, é simplesmente incorrigível e sua condição é a de ir de ruim para pior, como se tem observado ao longo da sucessão de todas as gerações. E assim expressou em seu sermão profético de Mateus 24, qual seria o curso das ocorrências na Terra, sobretudo em Israel, desde a sua ascensão ao céu depois de sua ressurreição, que por seus pecados como nação eleita, e por Sua rejeição do Messias, seria sujeitado a uma grande tribulação como jamais houve ou haveria depois dela, com a destruição total daquela terra e expulsão dos judeu pelos romanos por todas as nações, situação esta que durou mais de dezoito séculos seguidos até que para lá retornassem em meados do século XX. Mas, além dos juízos previstos para os israelitas rebeldes, o pecado das nações gentias também seria visitado com juízos de Deus próximo do tempo da volta do Senhor Jesus, e durante a mesma, quando tanto Satanás, os demônios e todos os ímpios seriam expulsos para sempre da face da terra, para serem lançados no fogo eterno. Destaque-se que o que deu ocasião a todo o sermão profético do Senhor com a indicação das coisas terríveis que sobreviriam a Israel e ao mundo inteiro, foi a grande admiração que os discípulos havam expressado pela magnífica edificação do templo de Jerusalém, que era para os judeus o símbolo da proteção permanente divina daquela nação, esquecidos de que já a Salomão foi dito por Deus que toda aquela magnificência não responderia por uma proteção eterna, caso os isarelitas andassem contrariamente a Ele sem se arrependerem e se converterem. De fato, partiram ordens para que Babilônia levasse os judeus em cativeiro, e destruísse o templo, em 587 a.C., e não supunham que em 70 d.C., aquela destruição se repetiria mesmo depois de Jesus ter vindo a eles como o Messias prometido desde os dias de Adão. Quão vã tem sido portanto a esperança de muitos que este mundo pode se tornar muito melhor, mesmo sem uma estrita obediência a Cristo, e não poucos que particularmente, procuram um mundo melhor para si mesmos, em que não sejam afligidos e atribulados, o que é comum de ser achado mesmo entre os crentes, que sonham com dias fáceis e aprazíveis aqui deste outro lado do céu, neste mundo tenebroso, que não deixará de odiá-los e persegui-los até que Cristo volte. Nosso descanso não é aqui mas no céu. Não há no mundo lugar de descanso, senão na comunhão com o próprio Senhor Jesus Cristo. Silvio Dutra Alves
Enviado por Silvio Dutra Alves em 16/02/2025
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